sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS PODIA PRODUZIR O MESMO COM METADE DO DINHEIRO

O Ensino Superior público português surge entre os mais ineficientes do mundo ocidental, segundo um estudo encomendado pela Comissão Europeia ao Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG).
O trabalho indica que as universidades e os politécnicos públicos podiam ter produzido o mesmo com 48,6% do dinheiro que gastaram, desde que as verbas tivessem sido aplicadas eficientemente.
http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=399669

PROGRAMA NOVAS OPORTUNIDADES É “TRAFULHICE”, DIZ MEDINA CARREIRA

Antigo ministro das Finanças critica o programa Novas Oportunidades. "Enquanto formos governados por mentirosos e incompetentes este país não tem solução", acusou.
Medina Carreira disse ainda que a educação em Portugal "é uma miséria" e que as escolas produzem "analfabetos".
"[O programa] Novas Oportunidades é uma trafulhice de A a Z, é uma aldrabice. Eles [os alunos] não sabem nada, nada", argumentou Medina Carreira.
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1442460

Partilho da mesma opinião o programa novas oportunidades serve apenas para as estatísticas escolares Europeias. Eu diria que é desperdício de recursos, pois o resultado para a sociedade e para as empresas é “nulo”.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

BOB SINCLAR PEACE SONG

LIDERANÇA

“ … Capacidade de suscitar a participação voluntária das pessoas ou grupos na prossecução de objectivos definidos……..”
Pelletier(1999)

“...Capacidade de um indivíduo para influenciar, motivar e habilitar outros a contribuírem para a eficácia e sucesso das organizações de que são membros...”
GLOBE –Global Leadershipand Organizacional Effectiveness


sábado, 21 de novembro de 2009

terça-feira, 10 de novembro de 2009

NOVA GEOGRAFIA ECONÓMICA

http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/15639/000685334.pdf?sequence=1
nova geografia económica, conceito e contexto. ( página 31, 32 e 33)

sábado, 7 de novembro de 2009

A TEORIA DA LOCALIZAÇÃO DE KRUGMAN

A teoria da localização de Krugman baseada no comércio argumentou que o problema definido pela geografia económica é suficiente para explicar as concentrações de população e/ou das actividades económicas – a distinção entre faixa industrializada e faixa agrícola, a existência de cidades, o papel dos agrupamentos de empresas. Duma maneira geral é claro que todas estas concentrações criam e sobrevivem devido a algumas formas de economias de aglomeração, em que a concentração espacial cria o ambiente económico favorável que apoia a concentração posterior. E para algumas finalidades deve ser simplesmente suficiente para iniciar a existência de tais economias de aglomeração.

Como devem os rendimentos da concentração espacial ser modelados? Há um século Alfred Marshall sugeriu uma tripla classificação. Em terminologia moderna, ele argumentava que os distritos industriais apareciam devido à divulgação de conhecimento, às vantagens de mercados centrais para tarefas especializadas, e às ligações a montante e a jusante associadas com grandes mercados locais. Enquanto todas as três forças de Marshall funcionam no mundo real, os novos modelos geográficos têm negligenciado os primeiros dois, essencialmente porque restam difíceis para modelar de uma maneira explicita. No entanto, foram focados no papel das ligações.
O tema das ligações é fácil de explicar. Os produtores desejam escolher localizações que (i) tenham bons acessos aos grandes mercados e (ii) tenham bons acessos aos fornecedores de bens que eles ou os seus trabalhadores necessitam. Contudo, um lugar que por qualquer razão às vezes tem uma concentração de produtores tenderá a oferecer um grande mercado (devido à procura gerada pelos produtores e seus trabalhadores) e uma grande oferta de matérias primas e bens de consumo (feitos pelos produtores). Estas duas vantagens correspondem preci-samente às «ligações a montante» e «ligações a jusante» da teoria do desenvolvi-mento. Devido a estas ligações, a concentração espacial da produção, uma vez estabelecida, tende a persistir – e uma pequena diferença no tamanho económico inicial de duas localizações equivalentes devem tender a crescer sempre.

Contudo, existem algumas questões que as discussões tradicionais das ligações e da geografia económica não levantam. A mais importante destas é a natureza da concorrência. A história das ligações só funciona se existirem rendimentos crescentes na produção ao nível da firma individual – de outro modo a firma não pode concentrar a produção onde o mercado é maior, mas estabelecer uma oportunidade separada para servir cada mercado. Mas se existirem rendimentos crescentes, a concorrência deve ser imperfeita.
Durante quanto tempo fica uma concentração espacial da actividade económica sustentável? e quando se torna um equilíbrio simétrico, sem concentra-ção espacial, instável? As respostas a ambas as questões dependem do equilíbrio entre forças centrípetas, forças que tendem a promover a concentração espacial das actividades económicas, e forças centrifugas que se opõem a tal concentração.