sábado, 29 de agosto de 2009
domingo, 9 de agosto de 2009
Eurostat estima taxa de desemprego em Portugal em 9,3 por cento
A taxa de desemprego subiu em Portugal para os 9,3%, contra os 7,6% em igual período da passado ano. É a taxa de desemprego mais alta desde 1985.
Em Portugal 10% das mulheres estão desempregadas contra os 8,7% dos homens.
Em Junho foi de 9,4% na zona Euro, a mais elevada da ultima década.
As taxas de desemprego estão a aumentar em todo o mundo, reflexo da creise economica que se vive actualmente.
Portugal regista uma das taxas de desenprego mais elevadas da União Europeia, mas longe dos 18,1 registados em Espanha, e dos 17,4% da Letónia.
Em Portugal 10% das mulheres estão desempregadas contra os 8,7% dos homens.
Em Junho foi de 9,4% na zona Euro, a mais elevada da ultima década.
As taxas de desemprego estão a aumentar em todo o mundo, reflexo da creise economica que se vive actualmente.
Portugal regista uma das taxas de desenprego mais elevadas da União Europeia, mas longe dos 18,1 registados em Espanha, e dos 17,4% da Letónia.
Taxa de desemprego cai vos EUA
Taxa de desemprego cai nos EUA pela primeira vez para os 9,4% desde Abril, contrariando as expectativas de subida para ,os 9,6%
domingo, 2 de agosto de 2009
Economia portuguesa só começará a crescer no fim de 2010
Segundo o economista Daniel Bessa só no final do próximo ano é que a economia portuguesa estará em rota de crescimento, mas sem voltar aos niveis de antes da crise.
Pelas contas de Daniel Bessa só no final de 2010 é que a economia começa a crescer, mas nunca a niveis registados antes da crise.
A análise e contas do economista são sustentadas pela análise de vários factores, como a dificuldade em voltar a atrair investimento directo estrangeiro, pois Portugal está numa das zonas (do euro) mais caras a nivel mundial (relação custo/produtividade), e o consumo privado estar comprometido.
A palavra de ordem da familia média portuguesa nos proximos anos é poupar. Os bancos ainda vão perder muito dinheiro, reflexo da crise económica real, menos investimento, desemprego, menos consumo privado, menos negócio e mais incumprimento.
Apesar de tudo a crise podia ter sido pior, o poder politico e as intervenções dos bancos centrais tiveram um papel muito importante, caso contrário estava-mos em colapso absoluto.
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